Secretaria de Saúde e Assistência Social alerta para a necessidade de se travar uma guerra contra o Aedes Aegypti

Secretaria de Saúde e Assistência Social alerta para a necessidade de se travar uma guerra contra o Aedes Aegypti

Secretaria de Saúde e Assistência Social alerta para a necessidade de se travar uma guerra contra o Aedes Aegypti

Os casos de dengue, chikungunya e zika tiveram crescimento alarmante em todo o país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, até agosto de 2019 foram registrados 1.439.471 de casos de dengue em todo o país, com crescimento de 599,5% em relação ao mesmo período de 2018 (205.791), com confirmação de 591 mortes. Os casos de chikungunya chegaram a 110.627, no mesmo período do ano passado foram registrados 76.742, ou seja 44,2% de aumento este ano. Até o mês de agosto de 2019 foram confirmados laboratorialmente 57 óbitos. Já os casos de zika apresentaram aumento de 47,1% em 2019, quando foram registrados 9.813 casos, enquanto em 2018 foram 6.669.

Não podemos deixar de considerar que muitas das pessoas que não vieram a óbito, mas ainda sofrem com as sequelas causadas por estas doenças, como dor contínua e intensa nas articulações e limitação de movimentos dos membros afetados, além da microcefalia presente nas crianças.

A tendência é que no ano de 2020 os casos se elevem ainda mais se não forem tomadas atitudes conjuntas com a população que realiza o principal papel no controle do mosquito Aedes.

Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social alerta que basta apenas utilizar 10 minutos do dia para realizar a verificação de possíveis depósitos de água no interior de sua casa ou forra desta. É importante também realizar a limpeza, pelo menos uma vez na semana, de depósitos de água móveis, como a vasilha de água dos animais de estimação e verificar se atrás da sua geladeira existe recipiente para depósito de água proveniente do descongelamento automático, eliminando esta rotineiramente.

Outra ação extremamente importante é o descarte do lixo no local correto, evitando o seu acúmulo em terrenos baldios, praças e quintais. “Cada pessoa deve ser um vigilante permanente no combate da dengue, zika e chikungunya”, alertam os técnicos da Secretaria da Saúde.

Assessoria de Imprensa

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